Dicionário das batalhas brasileiras

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IBRASA, 1996 - 593 páginas
Como explica o autor nas páginas de introdução, não se trata de uma História Militar do Brasil. É o relato, em forma de verbetes colocados em ordem alfabética, de acontecimentos que geraram conflitos em território brasileiro, desde a descoberta, em 1500, até os nossos dias. É uma obra de cunho quase didático, pois o autor enriquece o livro com uma cronologia dos conflitos e as datas em que ocorreram. Há, ainda, uma relação de termos empregados e abreviaturas de termos militares.
 

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Magnífico trabajo que nos legó el maestro Hernani Donato, que orienta a los estudiosos de la historia de las tragedias de los hermanos Brasileños.
Lo utilizo en mi trabajo sobre el Manual del Ajedrez
Etrusco, que hasta el momento lo tenía estructurado en 11 tomos, y con esta obra me temo que va a aumentar la cantidad de talleres, pero
es importante lograr la condensación, que con este trabajo la veo más factible.
He detectado que falta la historia de Roraima.
Además aprovecho de estudiar portugués.
Ricardo Ulriksen. 02.jun.2019.Santiago de Chile.
 

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O verbete "1746 SAMAMBAIA-ARAXÁ.MG", dizendo que o quilombo do Ambrósio entre Samambaia e Araxá (...) fizera-se conhecido desde 1670" se constitui numa desinformação e o autor pode aferir que sua fonte bibliográfica, com certeza, não tem fidediginidade.
O Quilombo do Ambrósio atacado em 1746 ficava na região das atuais cidades de Formiga-MG e Cristais-MG e não na região citada pelo colega.
O capitão-governador Antônio João de Oliveira, nomeado por Gomes Freire para atacar o Ambrósio de 1746, não era capitão-do-mato.
Não há prova documental primária (a "carta da câmara de Tamanduá é fonte secundária e cheia de falsidades) de que o Quilombo do Ambrósio de 1746 tenha sido destruído e, muito menos, de que seu rei tenha morrido. Aliás, há indício de que tenha morrido, isto sim, somente em 1759.
Estas questões pontuais em um dos seus numerosos verbetes e não desqualificam, portanto, a obra do colega que merece todo respeito e admiração. As fontes primárias (mapas e manuscritos) hoje estão disponibilizados na Internet, a exemplo dos sites do Arquivo Público Mineiro e da UnB. Vide, por exemplo, fontes primárias ali buscadas, provando o que se afirma nesta resenha, disponibilizadas na matéria "Quilombo do Ambrósio - 1746", no site do MGQUILOMBO.
 

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